Simplesmente uma aula de Thrash Metal: Dark Angel ao vivo no lendário Hammersmith Odeon em 1989, tocando a espetacular "Merciless Death". Sem comentários, fudido demais!!
domingo, 21 de março de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Upcoming: MUSICA DIABLO

Banda nova na praça: MUSICA DIABLO. Formada por nada mais, nada menos do que Derrick Green (vocalista do Sepultura) juntamente com os músicos André L.A. (Guitarra - NITROMINDS), Ricardo Brigas (Baixo), André Germani Curci (Guitarra - KORZUS, THREAT) e Edu Nicollini (Bateria - NITROMINDS), a banda segue uma linha Thrash bem porrada, onde os vocais de Derrick se encaixaram muito bem, bem melhor aliás, do que no Sepultura. A banda passou o mês de Janeiro gravando o seu debut que deverá ter onze faixas. Para conhecer o som dos caras acesse o Myspace da banda: www.myspace.com/musicadiablo
Com base no que já ouvi, os caras prometem, uma vez que tem um trabalho pesado, rápido e bem feito. Com certeza vai atrair a atenção dos fãs do Sepultura, que vão encontrar aqui um Metal muito melhor do que é feito no Sepultura atualmente. Para ser sincero, quero é mais que os caras façam muito sucesso, a ponto do Derrick ter de sair do Sepultura (não que a culpa seja dele, o cara é esforçado – O Sepultura é o lixo que é hoje por culpa do Andreas), quem sabe forçando até com uma volta da banda original... Apesar do que, com o Soulfly cada vez mais porrada e longe dos Berimbais e com o Cavalera Conspiracy tendo sido um sucessso, que vai precisar de um comeback do Sepultura?
Ouça o Musica Diablo e me digam se não estou certo!
Resenha: Slayer "World Painted Blood"


Esta resenha era mais do que necessária, afinal, estamos falando do novo album do maior nome do Thrash mundial. E,por conta dessa condição, fica até difícil ser imparcial, basicamente por 2 motivos: primeiro, por que sou fã; segundo, porque qualquer banda que atinge o status de representatividade dentro de um estilo em específico ou do Heavy Metal de um modo em geral, como o Slayer conseguiu, tem atrás de si uma legado que é impossível de ser esquecido e de não ser um parâmetro no momento de se avaliar algo novo. Com isso, qualquer novo lançamento, por melhor que seja, já sai em desvantagem com relação ao que foi feito no passado, ou melhor dizendo, frente aos “clássicos”.
Entretanto, muitas bandas das antigas têm conseguido quebrar esta barreira, com lançamentos que mantem a qualidade do passado sem soarem como meras cópias. E o Slayer não é exceção, indo até além: a regularidade que a banda alcançou nestes anos todos é impressionante, mesmo com dois discos um tanto quanto experimentais no meio do caminho (“Diabolus In Musica” de 1998 e “God Hates Us All” de 2001), onde a banda se aproximou de um estilo mais “americanizado” de tocar Metal, mas sem que isso representasse um deslize da mesma proporção dos “Loads” do Metallica, por exemplo.
Outra coisa que ficou clara é que, mesmo com Paul Bostaph sendo um baterista espetacular, a volta de Dave Lombardo às baquetas do Slayer trouxe um novo ânimo a banda e uma volta as origens, com o som do grupo novamente tendendo ao que foi feito no animalesco e clássico “Reign In Blood”(1986) , um dos maiores discos de Thrash já lançados. Com isso, o sucessor de “Christh Illusion” (de 2006 - o primeiro depois do retorno de Lombardo), tinha de tudo para ser ainda melhor, uma vez que um natural entrosamento maior já era o esperado face a extensa turne que o álbum teve, de quase 3 anos.
Com isso, só posso dizer uma coisa: “World Painted Blood” já é um dos melhores discos de Thrash do ano, superando (na minha opinião), os novos de Metallica e Megadeth, ainda que sejam muito bons. Acontece que o Slayer conseguiu se superar e criar algo brutal e sem muitas invencionices (ainda que Hanneman e King venham inserindo algumas bases e riffs meio loucos desde o álbum anterior, mas nada que desvirtue o som da banda). O disco é extremamente porrada, com várias músicas rápidas, na melhor tradição do grupo. Na há destaques individuais na banda, uma vez que todos cumpriram muito bem o seu papel e construíram um disco matador. Com relação as musicas, todas são boas, mas em algumas será impossível não apertar o “repeat” no CD Player: “World Painted Blood”, Hate Worldwide”, “Not Of This God” e “Psychopathy Red” agradarão a quem gosta de velocidade, bem no estilo da banda. Como destaque particular, “Human Strain” simplesmente se mostra uma das melhores do disco, com ritmo cadenciado muito bem encaixado com os vocais de Araya, perfeita para o headbanging! Como único senão do disco, a faixa “Playing With Dolls”, uma vez a banda abriu mão de uma letra meio apelativa e forçada, além de um ritmo meio arrastado sem muito brilho. Entranto, essa única faixa não tira o brilho do restante do disco, que pode ser resumido numa única palavra: espetacular! SLAYER RULES!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Another Slayer Interview
There´s no a special reason for this post, except for the fact that is about... SSSLLLAAAYYYEEEERRRR
sábado, 16 de janeiro de 2010
Novo DVD Exodus

Os americanos do Exodus estão lançando este mês o DVD "Shovel Headed Tour Machine: Live At Wacken & Other Assorted Atrocities", contendo 3 discos com o material ao vivo da banda no Wacken de 2008 (2 DVD´s e 1 CD) além de 3 horas de documentário sobre os últimos 5 anos da banda, somado a clipes, raridades, fotos e tudo mais. Imperdível!Disc 1: Concert DVD / Disc 2: Concert CD
01. Bonded By Blood
02. Iconoclasm
03. Funeral Hymn
04. A Lesson In Violence
05. Children Of A Worthless God
06. Piranha
07. Deathamphetamine
08. Blacklist
09. War Is My Shepherd
10. Strike Of The Beast
11. Shovel Headed Kill Machine
Total running time: 68 minutes
Disc 3: Documentary DVD
Total running time: 188 minutes
Entrevista - Mick Thomson (Slipknot)
Vídeo da entrevista do guitarrista Mick Thomsom do Slipknot durante a NAMM (National Associaton of Music Merchants), no Anahaim Convention Center/CA, onde efetuou uma sessão de autógrafos. O detalhe não é somente a conversa em si, mas o visual que essa mascara que ele usa provoca: o cara parece um monstro (até mesmo por conta do seu tamanho)! Impossível não lembrar de sujeitos agradáveis como Jason Vorhees ou Mike Miers...
Aquiles Priester - Novo DVD

Aquiles Priester nunca foi um dos meus bateristas preferidos, pois sempre me pareceu um (bom) músico, só que mais voltado para músicas rápidas, com ênfase nos pedais duplos. Como conheci-o apenas quando da sua entrada no Angra, acabei ficando com a sensação de que o Ricardo Confessori era um batera mais técnico e diversificado, por conta do excelente trabalho dele na banda até sua saída (juntamente com Andre Matos e o Luis Mariutti), após o album "Fireworks" (1998). A partir da entrada de Aquiles, o Angra ficou com uma cara muito mais acentuada de "banda de Metal Melódico", cheia de músicas com pedal duplo, o que é a cara e o maior clichê desse estilo. Tudo bem que a banda até se arriscou num estilo quase prog no album "Temple of Shadows" (2004), colocando um som extremamente complexo com grande atuação de Aquiles, mas isso não foi suficiente para que eu viesse a enxergá-lo com outros olhos. Passado o tempo, Aquiles saiu do Angra e passou a dar prioridade ao Hangar (que na minha opinião mantem a linha do Angra, com ínfimas diferenças) e vem lançando albuns de qualidade.
Acontece que, ao me deparar com o seu novo DVD, "The Infallibe Reason of my Freak Drumming", vi um baterista que é simplesmente espetacular, com uma perfeita noção do instrumento e dos sons que ele pode proporcionar. Mais que isso, Aquiles mostra que não é apenas pedais duplos o tempo todo, provando que eu estava completamente equivocado. Sorte a nossa, que depois de Igor Cavalera haver dominado o título de melhor batera do Brasil por muito tempo (mas sacrificando isso em prol do som simplório e pobre do Sepultura nos últimos anos), tem na figura de Aquiles um substituto a altura.
Acontece que, ao me deparar com o seu novo DVD, "The Infallibe Reason of my Freak Drumming", vi um baterista que é simplesmente espetacular, com uma perfeita noção do instrumento e dos sons que ele pode proporcionar. Mais que isso, Aquiles mostra que não é apenas pedais duplos o tempo todo, provando que eu estava completamente equivocado. Sorte a nossa, que depois de Igor Cavalera haver dominado o título de melhor batera do Brasil por muito tempo (mas sacrificando isso em prol do som simplório e pobre do Sepultura nos últimos anos), tem na figura de Aquiles um substituto a altura.
domingo, 27 de setembro de 2009
Torture Squad "Living for the Kill"

Aproveitando o lançamento do novo clip do Torture Squad, "Living for the Kill", faixa do novo album "Hellbound", reforço minha colocação de que o Metal nacional é sim muito promissor e tão foda quando o cenário internacional. Aliás, ese disco é sensacional e vale muito a pena tê-lo na sua coleção. Não é a toa que os caras venceram o Wacken Metal em Battle em 2007, tocaram no festival em 2008 e já estão em turnes e mais turnes lá fora. Voltando a clipe, ficou muito legal e mostra a banda tocando, do jeito que vídeo deste estilo devem ser: direto e sem firulas! A faixa é muito boa e é aquela mistura espetacular de Death com Thrash que a banda sempre soube fazer muito bem. Living for the Kill!!!!sábado, 26 de setembro de 2009
Onde Estão os Heróis do Metal Nacional?
Sepultura e Angra, dois medalhões do Metal nacional, vem, já há algum tempo, fazendo uma turnê em conjunto pelo país. Até aí tudo bem, o problema é a visão que a mídia passa sobre o momento de ambas as bandas, que ao meu ver não é tão positivo como dizem. Começando pelo Sepultura, o caso mais crítico dos dois: certa vez escrevi para a revista Roadie Crew e tive meu e-mail publicado (só não me lembro o número), onde falei sobre a banda e o disco lançado na época – se não me engano o “Nation” – e questionei sobre o medo da imprensa em dizer que a banda estava uma merda. Como resposta, tive o argumento da banda estar se reestruturando e ainda mantendo, mesmo num estilo diferente, a chama do Sepultura acesa, mesmo sem Max Cavalera. Até hoje não me dei por satisfeito, e me lembro sempre disso ao ver as matérias que se seguiram aos discos seguintes, na minha opinião ruins de doer. E olha que comprei alguns e tentei ouvi-los por diversas vezes (aquele “Against” é inominável de ruim), mas acabei por me desfazer deles simplesmente por serem fraquíssimos. Deixando minha opinião de lado, é notório que a banda perdeu muito com a saída de Max, mudou o estilo, contratou um novo vocal e pior, ficou com apenas uma guitarra. O Thrash de outrora deu lugar a um som simplório, quase Hardcore, mas sem nenhuma inspiração. Os riffs maravilhosos do passado sumiram, com Andreas Kisser fazendo apenas bases pobres e solos idem. Ao vivo, era óbvia a perda em presença de palco e carisma, mesmo com um esforçado Derrick Green a frente. Entretanto, me cansei de ver matérias dizendo que a banda estava arrasadora e que mantinha o pique ao vivo mesmo na nova fase. Só um detalhe passou desapercebido: as turnês internacionais diminuíram em muito (para se ter uma idéia, o Sepultura nunca tocou num Wacken, por exemplo), vendas de discos idem, ao passo que Max e seu Soulfly se tornaram gigantes nos EUA e Europa. Recentemente, Max conseguiu uma repercussão ainda maior ao fazer os dois últimos álbuns do Soulfly na linha do Sepultura tradicional, abandonando os experimentalismos da fase Roots, absoluta nos primeiros discos. Além disso, o projeto Cavalera Conspiracy, ao lado irmão Igor, só fez reforçar o que todo mundo sabe, mas nem todo mundo diz: os dois irmãos eram a força motriz que movia o Sepultura, e que o fez ser grande como foi no passado.
No caso do Angra, a situação é levemente diferente, mas com o mesmo tema central: mudanças na formação. A saída de André matos, Luis Mariuti e Ricardo Confessori deu lugar a novos membros: o (sensacional) baterista Aquiles Priester, o baixista Felipe Andreoli e o (duvidável) vocalista Edu Falaschi. Após a mudança, foi lançado o sensacional (sim, o disco é muito foda) “Rebirth”, onda a banda conseguiu uma ressurreição gloriosa após os problemas internos. Ao contrário do Sepultura, não mudou seu estilo, mantendo-se no tradicional melódico, mostrando certa evolução até. O grande problema que viria a surgir – e que não era perceptível em estúdio – era o desempenho do vocalista Edu Falaschi. Com um timbre de voz não tão agudo e poderoso como seu antecessor André Matos, Edu foi gradativamente tendo seu desempenho ao vivo questionado pelos fãs (basta dar uma checada nos inúmeros vídeos disponíveis no YouTube mostrando as escorregadas fenomenais dadas por ele). Para alimentar a polêmica, a desculpa do vocalista foi um período adoentado na turnê do álbum “Temple of Shadows” (se não me engano), e daí sua queda de desempenho. O problema é que o tempo passo e a coisa continua, mas a imprensa persiste em rasgar elogios ao nosso amigo, na maior cara dura. O ápice da coisa todo se deu recentemente no programa “Altas Horas”, na Rede Globo, onde Angra e Sepultura tocaram juntos tocaram uma música do Led Zeppelin (“Immigrant Song”): é constrangedor ver Edu Falaschi fazendo os gritos de Robert Plant. Se não acredita, veja o vídeo aqui.
Resumindo a história toda, é fato que o Brasil anda carente de grandes nomes após a fase de explosão do Sepultura e seu fim em 1997. Desde então, nenhuma banda conseguiu tanta repercussão e mais, influência no cenário mundial. Ainda que o Angra na fase de André Matos também tenha se tornado gigante lá fora – leia-se Europa, pois o melódico não tem tanta penetração nos EUA – tinha o revés de navegar numa cena infestada de bandas do mesmo estilo, ao passo que o Sepultura conseguiu inovar e ser tornar referência. Além dessas duas bandas, talvez somente o Sarcófago tenha conseguido este resultado, apesar de não haver feito turnês internacionais na mesma medida, estando mais num patamar de banda “cult”. Entretanto, é reverenciado até hoje na cena extrema mundial. Atualmente, apenas o Krisiun segue firme numa carreira internacional bem sucedida. Apesar do inegável talentos deles, a verdade é que nada os diferencia da infindável quantidade de bandas de extreme Death Metal no mundo.
Talvez essas sejam as razões para a imprensa se apegar tanto ao passado, em detrimento do presente. Admitir que Sepultura e Angra já não são mais o que foram antes seria admitir que a cena Brasileira já não é tão promissora. Na minha opinião, nossa cena é sim promissora, mas a verdade é que as facilidades tecnológicas de hoje permitem que qualquer um grave sozinho um CD inteiro, o que gera o paradoxo “quantidade x qualidade”. Desse modo, podemos observar hoje uma oferta de bandas como nunca vimos antes. É até difícil ficar em dia com tudo que sai a cada dia. Se destacar nesse cenário é difícil, pois todos dispõem, proporcionalmente, dos mesmos recursos e chances. O diferencial, mais do que nunca, se volta para o talento e novidade (isso ainda é possível?), coisa que muitos Angras e Sepulturas da vida não têm mais. Só falta a mídia reconhecer isso.
sábado, 12 de setembro de 2009
Megadeth "Headcrusher"
Com lançamento agendado para 14/9, o novo album do Megadeth - "Endgame" - já possui o primeiro vídeo promocional lançado. A faixa escolhida foi o primeiro single, "Headcrusher" e tem seu enredo ligado ao filme "Running Man" (Arnold Schwarzenegger, de 1987), com uma arena de lutas dentro de um programa televisivo. O vídeo ficou muito bom e a música é simplesmente foda, representando muito bem o disco, que ficou espetacular. Aliás, "Endgame" está disponível na íntegra para audição no Myspace da banda (http://www.myspace.com/megadeth). Dave Mustaine não mentiu quando afirmou por diversas vezes que o disco ficaria matador, sendo o melhor da banda em anos. Eu, pelo menos, tive uma primeira impressão bem melhor do que a que tive com o disco anterior, "United Abominations" - mas que também é muito bom. O Megadeth hoje é: Dave Mustaine (Guitarra/Vocais), James Lomenzo (Baixo), Chris Broderick (Guitarra) e Shawn Drover (Bateria). 
domingo, 6 de setembro de 2009
Asphyx "Death... The Brutal Way" (Live)
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Vídeo do glorioso Asphyx, após o seu retorno aos palcos, ao vivo no Dynamo Outdoor Festival desse ano. A faixa que dá título ao seu novo album "Death... The Brutal Way" é executada com uma garra incrível e mostra porque Martin Von Drunen (ex-Pestilence e Bolthrower) é um dos melhores vocalistas de Death Metal do mundo. Banda e disco imperdíveis, bem como os antigos "Last One on Earth" (1992) e "The Rack" (1991).
Ensiferum "From Afar"

Ao me deparar com a notícia do novo dos Finlandeses do Ensiferum, não pude deixar de me lembrar de um grande amigo que sempre me surpreende com bandas de nome esquisito. Apesar disso, o Ensiferum é uma banda sensacional e o vídeo abaixo é da faixa título do seu novo album "From Afar". O mais legal é que o som dos caras consegue mesclar com maestria - como poucos conseguem com sucesso - elementos diversos como Black, Thrash, Simfonias e Corais, Folk Music e temática Viking, com um resultado semlhente a um Dimmu Borgir mais melódico - apenas para para situar o ouvinte - sendo que a banda tem talento e personalidade.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
"World Painted Blood" Making Of / Photo Sessions on Guitar World

Making of do novo album dos deuses do Thrash, "World Painted Blood". No outro vídeo, making of das fotos de Jeff Hanneman e Kerry King para a revista Guitar World. Em ambos, rola no fundo a nova música "Psychopathy Red", primeiro single do novo album. Como sempre, o Slayer mostra porque é o maior do mundo do Thrash Metal.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Música Nova do Dream Theater Disponível

Clique aqui para ouvir a nova musica do Dream Theater "A Nightmare to Remember", integrante do seu novo album "Black Clouds and Silver Linings". A faixa é, no mínimo, espetacular!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Exumer "Possessed By Fire" (Live)
Som do 1º album de mesmo nome dos alemães do Exumer, executado ao vivo!
Stratovarius "Polaris"
Sai agora em Maio (na Europa) o novo dos Finlandeses do Stratovarius, o primeiro sem o lider e fundador Timo Tolkki, hoje na sua nova banda Revolution Renaissance. 
O Stratovarius hoje conta com:
Timo Kotipelto - Vocals
Matias Kupiainen - Guitars
Lauri Porra - Bass
Jörg Michael - Drums
Jens Johansson - Keyboards.
"Polaris" track list:
01. Deep Unknown (Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
02. Falling Star (Lauri Porra/Lauri Porra)
03. King of Nothing (Jens Johansson/Jens Johansson)
04. Blind (Jens Johansson/Jens Johansson)
05. Winter Skies (Jens Johansson/Jens Johansson)
06. Forever is Today (Lauri Porra/Lauri Porra)
07. Higher We Go (Timo Kotipelto, Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
08. Somehow Precious (Timo Kotipelto, Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
09. Emancipation Suite Part I: Dusk (Lauri Porra/Lauri Porra)
10. Emancipation Suite Part II: Dawn (Lauri Porra/Lauri Porra)
11. When Mountains Fall (Lauri Porra/Lauri Porra)
12. Second Sight (Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
01. Deep Unknown (Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
02. Falling Star (Lauri Porra/Lauri Porra)
03. King of Nothing (Jens Johansson/Jens Johansson)
04. Blind (Jens Johansson/Jens Johansson)
05. Winter Skies (Jens Johansson/Jens Johansson)
06. Forever is Today (Lauri Porra/Lauri Porra)
07. Higher We Go (Timo Kotipelto, Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
08. Somehow Precious (Timo Kotipelto, Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
09. Emancipation Suite Part I: Dusk (Lauri Porra/Lauri Porra)
10. Emancipation Suite Part II: Dawn (Lauri Porra/Lauri Porra)
11. When Mountains Fall (Lauri Porra/Lauri Porra)
12. Second Sight (Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
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