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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Performance: Tim Yeung "Sworn To The Black" (Drum Cam)

Performance monstruosa do ex-baterista do Morbid Angel Tim Yeung executando o clássico "Sworn To The Black" do album "Covenant". Chega a ser absurdo como ele consegue fazer parecer fácil reproduzir as linhas criadas pelo ícone Pete "Commando" Sandoval. Perfeito!

domingo, 13 de maio de 2018

Ghost - Rats (Official Music Video)

Simplesmente o melhor vídeo de 2018!!!! A música nova do Ghost, "Rats", é o primeiro single  do novo album "Prequelle", que sai agora dia 01/06. Se o album for 1/3 dessa música, será fantástico!!!

SLAYER - Early Days: Episode 2

domingo, 29 de abril de 2018

Dimmu Borgir: Ascensão e Queda?



É possível que todo o fã, em algum momento da sua vida, viu sua banda preferida cair de nível, lançando obras discutíveis ou então notoriamente ruins, sendo fracasso de crítica ou vendas, ou então os dois juntos. Trata-se daquele disco ou então de uma fase com vários lançamentos em que o artista, por alguma razão, se desvirtua da proposta original do seu som ou então não mantem a qualidade de outrora. Pode ser proposital – alguns chamam de “evolução” quando questionados – ou não, representando aí uma fase menos inspirada mesmo... Alguns admitem a falha, outros não; uns sentem orgulho mesmo sob críticas, outros pedem desculpas e muitos até fazem questão de esquecer, simplesmente não mencionando a existência desse material... Quando se trata de banda grande então, a tragédia e o trauma são ainda maiores, com as reações de artistas, crítica e públicos sendo ainda mais exasperadas. Como exemplos não faltam, cito aqui 10 casos que, na minha opinião, são monumentais e representam até hoje um soco no estômago do fã:
1) Metallica (“St. Anger”)
2) Celtic Frost (“Cold Lake”)
3) Morbid Angel (“Illud Divinum Insanus”)
4) Kreator (“Renewal”)
5) Iron Maiden (“Virtual XI”)
6) Megadeth (“Risk”)
7) Sepultura (“Nation”)
8) Morgoth (“Feel Sorry For The Fanatic”)
9) Fight (“A Small Deadly Space”)
10) Raven (“The Pack is Back”)

Na realidade trago esse assunto à tona porque mais uma grande banda pode estar caindo nesse abismo: o Dimmu Borgir, um dos maiores nomes  do Black Metal Sinfônico mundial, ainda não lançou seu novo álbum (“Eonian”), mas os dois singles já divulgados são simplesmente toscos e pobres frente ao material grandioso que a banda já produziu até hoje. Apesar de seu último álbum (“Abrahadabra”, de 2010) ser um bom disco, este sofreu críticas devido ao grande volume de orquestrações – desta vez gravadas por músicos de verdade e não por teclados como de  costume – e que acabaram se sobrepondo um pouco demais ao Black Metal característico da banda. Entretanto, 8 anos depois, a banda lança em Maio o álbum “Eonian” e (teoricamente) prometeu um som mais calcado nas suas origens, mas não foi o que se viu até agora.

As duas faixas liberadas até agora foram “Interdimensional Summit” e “Council of Wolves and Snakes”, ambas com vídeos bem produzidos, mas que revelam não apenas a questão do baixo nível musical, mas também um outro problema que considero grave, ainda mais se tratando de música extrema: a necessidade da banda em se manter no mainstream (sim, o Dimmu Borgir é um dos maiores nomes da Nuclear Blast), uma vez que ambos os vídeos tem um visual que mostra que o Marketing para esse disco foi cuidadosamente preparado pela gravadora, tal qual já ocorre desde 2007 com o álbum “In Sorte Diaboli”. Nesta época a banda adotou um visual calcado em armaduras; em 2010, o branco tomou conta, dando uma perspectiva gélida ao visual, e agora, o preto volta a reinar e todos usam capuzes (?), uma vez que nos vídeos e no material promocional divulgado até agora o visual da banda é todo assim. Me preocupa que um estilo baseado em músicas gélidas, rápidas, blasfemas e controversas possa ser cuidadosamente produzido e promovido. Isto cai bem para Metallica e Iron Maiden, mas para o Dimmu Borgir e o estilo praticado soa atípico e pouco natural.

Abrahadabra Promo

In Sorte Diaboli Promo

Em todo caso, coloco ambos os vídeos aqui e comento os dois. Vejam se estou delirando ou se  estou certo e a banda pode estar numa descrescente. Só o tempo e o disco completo dirão... Antes do vídeos, deixo uma pergunta no ar: Galder está com algum problema no pescoço, que o mantém torcido o tempo todo para a esquerda?.
Vamos aos vídeos:
    
 “Interdimensional Summit”

Chega a ser impressionante como o título “Nightwish from Hell”, visto nos comentários que se seguiram ao lançamento do vídeo, se aplicou tão bem: parece que o Nightwish, com toda aquela pompa, refrões, côros e melodias sinfônicas resolveu tocar Black Metal... Mas como não é a praia da banda, não deu muito certo... A música não tem aquele peso característico, parecendo até aquelas bandas de industrial com partes apenas com baixo e bateria, com as guitarras entrecortando a música... O refrão principal é ruim, alegre (!) e a música não engata. Em termos visuais, os pentagramas atrás da banda não ajudam, tendo um efeito “bandeira de pirata”, como se aquilo estivesse ali apenas para mostrar que a banda é do mal...  


“Council of Wolves and Snakes”

O Segundo single foi menos pior que o primeiro, mas manteve o alerta da falta de inspiração. Diferentemente  da primeira, esta música tem parte mais rápida – nada de blast beats, esqueça – mas mesmo assim é pouco inspirada e padece do mesmo problema sinfônico, contando ainda com o clichê de uma parte atmosférica burocrática, apenas para dar clima. Para piorar, uma parte tribal (?) surge do nada, o que, no fim das contas, ajudou apenas a diminuir a expectativa sobre o álbum... Sendo honesto, a única coisa legal até agora é a capa do disco, simplesmente belíssima.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Resenha Vídeo: “Ultimate Revenge 2” 1989 (Death, Dark Angel, Forbidden, Raven e Faith Or Fear)


Impressionante que estamos perto de completar 30 anos da gravação desse vídeo, que é simplesmente um dos mais sensacionais da década de 80, trazendo a nata do cast da Combat Records na época: Forbidden e Faith Or Fear (lançando seus debuts,  respectivamente “Forbidden Evil” e “Punishment Area”),  Death (no 2º álbum, o espetacular “Leprosy”), Dark Angel (lançando o 3º disco, “Leave Scars”) e os veteranos do Raven (no 7º da carreira, “Nothing Exceeds Like Excess”). O mais incrível é que passados todos esses anos, algumas dessas bandas se tornaram lendárias, sendo reverenciadas até hoje. Além disso, a sensação de revisar o espírito daquela época é uma das grandes surpresas desse vídeo, mostrando como a cena Thrash americana era forte, sendo um verdadeiro espetáculo ver estas bandas em ação, num momento em que não paravam de surgir grandes nomes no cenário. O vídeo foi gravado no Trocadero Theater, um clube localizado na Philadelphia, e foi o palco perfeito (desculpem o trocadilho) para este verdadeiro massacre musical.

O primeiro no vídeo é o Forbidden, que já trazia consigo um fato curioso: de suas fileiras, anos mais tarde, sairia o futuro batera do Slayer, Paul Bostaph, substituindo Dave Lombardo por 10 anos. Se não bastasse isso para atiçar a curiosidade de qualquer um sobre a banda, é necessário que dizer que o Forbidden fez um show destruidor. A banda era uma grande promessa e simplesmente fez uma apresentação impecável, misturando agressividade e técnica. Completada pelo vocalista Russ Anderson, os guitarristas Glen Alvelais e Graig Locicero e pelo baixista  Matt Camacho, a banda executa quatro verdadeiras pérolas do álbum de estréia: “Feel No Pain”, “As Good As Dead”, “Through Eyes of Glass” e “Chalice of Blood”. A banda é espetacular, destaque para a voz de Russ Anderson que se encaixa como uma luva na proposta da banda. Que conhece este album há de lamentar apenas a ausência de “March Into Fire” no vídeo, que provavelmente ficaria sensacional.

Desconhecido até para mim quando assisti a este vídeo pela primeira vez, o Faith Or Fear é a grande surpresa por aqui. Com o monumental “Punishment Area” recém lançado, a banda surpreende com um Thrash técnico e agressivo que não ficava devendo nada aos grandes nomes da época, bem como as outras bandas desse vídeo. Apesar de nova, a banda mostra segurança e foi destruidora na sua apresentação, com uma presença de palco muito boa. A banda executou as faixas “Punishment Area”, “What Would You Expect”, “CDS” e “Time Bomb” com sangue nos olhos e fez um set fantástico. Formado pelo vocalista Tim Blackman, os guitarristas Chris Bombeke e Bob Perna, o baixista Clarenec “CJ” Jenkins (R.I.P.) e o batera Rich Lohwasser, infelizmente o Faith Or Fear não passou do primeiro álbum, pois a banda se separou 3 anos depois. Uma pena, pois este vídeo deixa claro que a banda poderia ter alçado vôos bem mais altos.

Na sequência, aquele que, que para mim, é o nome seminal do estilo que batizou: o Death. Chuck Schuldiner – na época com apenas 21 anos – já dera ao mundo o assombroso “Scream Bloody Gore” e agora galgava um degrau acima no cenário do Metal extremo com o sensacional “Leprosy”. Com Schuldiner na guitarra e vocais, Rick Rozz na guitarra (que o acompanhava desde o embrionário Mantas, mas não tocou no debut), Terry Butler no baixo e Bill Andrews na bateria, a banda executa os hinos “Left to Die”, “Forgotten Past” e Pull The Plug” (simplesmente monstruosa ao vivo) do novo álbum e “Denial of Life” do primeiro disco. A banda dispensa comentários, as músicas são clássicos absolutos do estilo e são executadas numa performance impecável. Quanto às ausências, “Zombie Ritual” é quase que uma escolha óbvia. Se você é novo e não conhece esta banda, não perca tempo, pois é clássica.

Depois do Death, outro nome de peso surge: Dark Angel. Navegando nas águas de um Thrash brutal, tocado a velocidade da luz, a banda havia perdido o vocalista Don Doty, que havia cantado nos dois primeiros álbuns e cujo timbre característico já havia dado uma cara para a banda. Apesar do desafio, a banda recrutou o desconhecido Ron Rinehart, que apesar de inferior a Doty, executa bem o seu papel e tem grande presença de palco. Com restante do grupo intacto - Erick Meyer e Jim Durkin nas guitarras, Mike Gonzalez no baixo e Gene Hoglan na bateria – o Dark Angel faz uma performance coesa e empolgante, com direito até a teatrinho no início do show, com a banda de costas para o publico enquanto rola uma introdução movida à microfonia das guitarras. O destaque individual, obviamente, vai para Gene Hoglan, reconhecido nos dias de hoje como um dos maiores bateristas de metal da atualidade. Já nessa época ele já demonstrava uma técnica absurda, mesmo em meio a velocidade alucinante de algumas músicas. Executando “The Death of Innocence”, “The Burning of Sodom”, “Death is Certain (Life is Not) e “No One Answers”, o Dark Angel mostrava que era uma grande promessa que se concretizava. Apesar dos rumos que banda tomaria no futuro, até aqui ela foi magnífica.

Fechando, temos o bom e velho (no bom sentido) power trio Raven. Diferentemente das demais bandas do vídeo, o Raven é focado no Rock/Heavy Metal – ou “Atlethic Rock” como eles diziam – e não fez feio. Pelo contrário, com seis álbuns nas costas e lançando o sétimo, a banda já era experiente e conhecida na cena, mesmo sendo Inglesa. Apesar de duas patinadas gigantescas nos anos de 85 e 86, onde lançou dois álbuns medíocres tentando penetrar no mercado americano (à época dominado pelo Metal Farofa, lembram?), a banda depois voltou aos trilhos e mostra isso no vídeo. Executando as faixas “Lay Down The Law”, “Into The Jaws of Death” (excelente!), “You Got a Screw Loose” e a Rock N Roll “Gimme a Break”, a banda cativa o público com um som energético e visceral. Formado pelos irmãos Gallagher (Mark na guitarra e John no baixo/vocais) e pelo baterista Jonh Hasselvander, o Raven é a única que se manteve ininterruptamente na ativa até os dias de hoje, e com essa mesmíssima formação.


Depois desse massacre sonoro, é fácil concluir que este “Combat Tour 2” honra com sobra o primeiro volume (famoso também como “Studio 54”), onde Slayer, Exodus e Venom fizeram história. São registros eternos de uma época rica e frutífera para o Metal mundial, onde nomes famosos surgiram e se tornaram verdadeiros ícones. Entre os que ainda estão na ativa e outros que já se foram, fica a certeza de que aqueles que estavam lá e viram isto ao vivo são verdadeiros privilegiados, pois fizeram parte da história do Metal.

FORBIDDEN

DEATH


FAITH OR FEAR


DARK ANGEL


RAVEN


quinta-feira, 12 de abril de 2012



Um sonho de banda: é assim que podemos definir o que é o Metal Masters, que na realidade é um projeto de amigos que se juntaram para "tirar um som". O detalhe é que esses "amigos" são nada mais, nada menos que Scott Ian (ANTHRAX), David Ellefson (MEGADETH), Mike Portnoy (DREAM THEATER), Frank Bello (ANTHRAX), Charlie Benante (ANTHRAX) e Kerry King (SLAYER) e eventualmente, Dave Lombardo (SLAYER). No video abaixo, uma participação de Phil Anselmo (DOWN, PANTERA) tocando o clássico "Fucking Hostile" do Pantera. Muito foda!


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Pete Sandoval Returns!

Maravilhoso vídeo do sensacional Pete Sandoval (Morbid Angel) retornando às baquetas após se recuperar de uma lesão séria nas costas. Só para humilhar os medíocres, o cara mostra neste vídeo - que fará parte do seu vindouro DVD - uma adaptação perfeita da 25ª simfonia de de Mozart com sua técnica apurada, inclusive com um jogo sensacional de pedal duplo. Para ver e rever!