quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Another Slayer Interview

There´s no a special reason for this post, except for the fact that is about... SSSLLLAAAYYYEEEERRRR

sábado, 16 de janeiro de 2010

Novo DVD Exodus


Os americanos do Exodus estão lançando este mês o DVD "Shovel Headed Tour Machine: Live At Wacken & Other Assorted Atrocities", contendo 3 discos com o material ao vivo da banda no Wacken de 2008 (2 DVD´s e 1 CD) além de 3 horas de documentário sobre os últimos 5 anos da banda, somado a clipes, raridades, fotos e tudo mais. Imperdível!

Disc 1: Concert DVD / Disc 2: Concert CD

01. Bonded By Blood
02. Iconoclasm
03. Funeral Hymn
04. A Lesson In Violence
05. Children Of A Worthless God
06. Piranha
07. Deathamphetamine
08. Blacklist
09. War Is My Shepherd
10. Strike Of The Beast
11. Shovel Headed Kill Machine

Total running time: 68 minutes

Disc 3: Documentary DVD

Total running time: 188 minutes


Entrevista - Mick Thomson (Slipknot)

Vídeo da entrevista do guitarrista Mick Thomsom do Slipknot durante a NAMM (National Associaton of Music Merchants), no Anahaim Convention Center/CA, onde efetuou uma sessão de autógrafos. O detalhe não é somente a conversa em si, mas o visual que essa mascara que ele usa provoca: o cara parece um monstro (até mesmo por conta do seu tamanho)! Impossível não lembrar de sujeitos agradáveis como Jason Vorhees ou Mike Miers...

On The Road




Aquiles Priester - Novo DVD


Aquiles Priester nunca foi um dos meus bateristas preferidos, pois sempre me pareceu um (bom) músico, só que mais voltado para músicas rápidas, com ênfase nos pedais duplos. Como conheci-o apenas quando da sua entrada no Angra, acabei ficando com a sensação de que o Ricardo Confessori era um batera mais técnico e diversificado, por conta do excelente trabalho dele na banda até sua saída (juntamente com Andre Matos e o Luis Mariutti), após o album "Fireworks" (1998). A partir da entrada de Aquiles, o Angra ficou com uma cara muito mais acentuada de "banda de Metal Melódico", cheia de músicas com pedal duplo, o que é a cara e o maior clichê desse estilo. Tudo bem que a banda até se arriscou num estilo quase prog no album "Temple of Shadows" (2004), colocando um som extremamente complexo com grande atuação de Aquiles, mas isso não foi suficiente para que eu viesse a enxergá-lo com outros olhos. Passado o tempo, Aquiles saiu do Angra e passou a dar prioridade ao Hangar (que na minha opinião mantem a linha do Angra, com ínfimas diferenças) e vem lançando albuns de qualidade.

Acontece que, ao me deparar com o seu novo DVD, "The Infallibe Reason of my Freak Drumming", vi um baterista que é simplesmente espetacular, com uma perfeita noção do instrumento e dos sons que ele pode proporcionar. Mais que isso, Aquiles mostra que não é apenas pedais duplos o tempo todo, provando que eu estava completamente equivocado. Sorte a nossa, que depois de Igor Cavalera haver dominado o título de melhor batera do Brasil por muito tempo (mas sacrificando isso em prol do som simplório e pobre do Sepultura nos últimos anos), tem na figura de Aquiles um substituto a altura.

domingo, 27 de setembro de 2009

Torture Squad "Living for the Kill"


Aproveitando o lançamento do novo clip do Torture Squad, "Living for the Kill", faixa do novo album "Hellbound", reforço minha colocação de que o Metal nacional é sim muito promissor e tão foda quando o cenário internacional. Aliás, ese disco é sensacional e vale muito a pena tê-lo na sua coleção. Não é a toa que os caras venceram o Wacken Metal em Battle em 2007, tocaram no festival em 2008 e já estão em turnes e mais turnes lá fora. Voltando a clipe, ficou muito legal e mostra a banda tocando, do jeito que vídeo deste estilo devem ser: direto e sem firulas! A faixa é muito boa e é aquela mistura espetacular de Death com Thrash que a banda sempre soube fazer muito bem. Living for the Kill!!!!

sábado, 26 de setembro de 2009

Onde Estão os Heróis do Metal Nacional?

Acredito que qualquer um, pelo menos uma vez na vida, já se perguntou a razão da imprensa veicular algumas coisas da maneira que faz. Para me fazer entender, basta pensar em algo que é tido como um sucesso enorme, quando na realidade você não conhece ninguém que goste daquilo, ou então alguma história que, por alguma razão, você sabe que foi totalmente o inverso do que foi noticiado e etc. Toquei neste assunto porque mesmo no Metal isso acontece. Entendam, não estou desmerecendo a imprensa em nenhum âmbito, mas me parece que, ás vezes, a vontade de fazer acontecer é maior do que a vontade de informar a realidade, pelo menos com a imprensa especializada em Heavy Metal aqui no Brasil.

Sepultura e Angra, dois medalhões do Metal nacional, vem, já há algum tempo, fazendo uma turnê em conjunto pelo país. Até aí tudo bem, o problema é a visão que a mídia passa sobre o momento de ambas as bandas, que ao meu ver não é tão positivo como dizem. Começando pelo Sepultura, o caso mais crítico dos dois: certa vez escrevi para a revista Roadie Crew e tive meu e-mail publicado (só não me lembro o número), onde falei sobre a banda e o disco lançado na época – se não me engano o “Nation” – e questionei sobre o medo da imprensa em dizer que a banda estava uma merda. Como resposta, tive o argumento da banda estar se reestruturando e ainda mantendo, mesmo num estilo diferente, a chama do Sepultura acesa, mesmo sem Max Cavalera. Até hoje não me dei por satisfeito, e me lembro sempre disso ao ver as matérias que se seguiram aos discos seguintes, na minha opinião ruins de doer. E olha que comprei alguns e tentei ouvi-los por diversas vezes (aquele “Against” é inominável de ruim), mas acabei por me desfazer deles simplesmente por serem fraquíssimos. Deixando minha opinião de lado, é notório que a banda perdeu muito com a saída de Max, mudou o estilo, contratou um novo vocal e pior, ficou com apenas uma guitarra. O Thrash de outrora deu lugar a um som simplório, quase Hardcore, mas sem nenhuma inspiração. Os riffs maravilhosos do passado sumiram, com Andreas Kisser fazendo apenas bases pobres e solos idem. Ao vivo, era óbvia a perda em presença de palco e carisma, mesmo com um esforçado Derrick Green a frente. Entretanto, me cansei de ver matérias dizendo que a banda estava arrasadora e que mantinha o pique ao vivo mesmo na nova fase. Só um detalhe passou desapercebido: as turnês internacionais diminuíram em muito (para se ter uma idéia, o Sepultura nunca tocou num Wacken, por exemplo), vendas de discos idem, ao passo que Max e seu Soulfly se tornaram gigantes nos EUA e Europa. Recentemente, Max conseguiu uma repercussão ainda maior ao fazer os dois últimos álbuns do Soulfly na linha do Sepultura tradicional, abandonando os experimentalismos da fase Roots, absoluta nos primeiros discos. Além disso, o projeto Cavalera Conspiracy, ao lado irmão Igor, só fez reforçar o que todo mundo sabe, mas nem todo mundo diz: os dois irmãos eram a força motriz que movia o Sepultura, e que o fez ser grande como foi no passado.

No caso do Angra, a situação é levemente diferente, mas com o mesmo tema central: mudanças na formação. A saída de André matos, Luis Mariuti e Ricardo Confessori deu lugar a novos membros: o (sensacional) baterista Aquiles Priester, o baixista Felipe Andreoli e o (duvidável) vocalista Edu Falaschi. Após a mudança, foi lançado o sensacional (sim, o disco é muito foda) “Rebirth”, onda a banda conseguiu uma ressurreição gloriosa após os problemas internos. Ao contrário do Sepultura, não mudou seu estilo, mantendo-se no tradicional melódico, mostrando certa evolução até. O grande problema que viria a surgir – e que não era perceptível em estúdio – era o desempenho do vocalista Edu Falaschi. Com um timbre de voz não tão agudo e poderoso como seu antecessor André Matos, Edu foi gradativamente tendo seu desempenho ao vivo questionado pelos fãs (basta dar uma checada nos inúmeros vídeos disponíveis no YouTube mostrando as escorregadas fenomenais dadas por ele). Para alimentar a polêmica, a desculpa do vocalista foi um período adoentado na turnê do álbum “Temple of Shadows” (se não me engano), e daí sua queda de desempenho. O problema é que o tempo passo e a coisa continua, mas a imprensa persiste em rasgar elogios ao nosso amigo, na maior cara dura. O ápice da coisa todo se deu recentemente no programa “Altas Horas”, na Rede Globo, onde Angra e Sepultura tocaram juntos tocaram uma música do Led Zeppelin (“Immigrant Song”): é constrangedor ver Edu Falaschi fazendo os gritos de Robert Plant. Se não acredita, veja o vídeo aqui.

Resumindo a história toda, é fato que o Brasil anda carente de grandes nomes após a fase de explosão do Sepultura e seu fim em 1997. Desde então, nenhuma banda conseguiu tanta repercussão e mais, influência no cenário mundial. Ainda que o Angra na fase de André Matos também tenha se tornado gigante lá fora – leia-se Europa, pois o melódico não tem tanta penetração nos EUA – tinha o revés de navegar numa cena infestada de bandas do mesmo estilo, ao passo que o Sepultura conseguiu inovar e ser tornar referência. Além dessas duas bandas, talvez somente o Sarcófago tenha conseguido este resultado, apesar de não haver feito turnês internacionais na mesma medida, estando mais num patamar de banda “cult”. Entretanto, é reverenciado até hoje na cena extrema mundial. Atualmente, apenas o Krisiun segue firme numa carreira internacional bem sucedida. Apesar do inegável talentos deles, a verdade é que nada os diferencia da infindável quantidade de bandas de extreme Death Metal no mundo.

Talvez essas sejam as razões para a imprensa se apegar tanto ao passado, em detrimento do presente. Admitir que Sepultura e Angra já não são mais o que foram antes seria admitir que a cena Brasileira já não é tão promissora. Na minha opinião, nossa cena é sim promissora, mas a verdade é que as facilidades tecnológicas de hoje permitem que qualquer um grave sozinho um CD inteiro, o que gera o paradoxo “quantidade x qualidade”. Desse modo, podemos observar hoje uma oferta de bandas como nunca vimos antes. É até difícil ficar em dia com tudo que sai a cada dia. Se destacar nesse cenário é difícil, pois todos dispõem, proporcionalmente, dos mesmos recursos e chances. O diferencial, mais do que nunca, se volta para o talento e novidade (isso ainda é possível?), coisa que muitos Angras e Sepulturas da vida não têm mais. Só falta a mídia reconhecer isso.

sábado, 12 de setembro de 2009

Megadeth "Headcrusher"

Com lançamento agendado para 14/9, o novo album do Megadeth - "Endgame" - já possui o primeiro vídeo promocional lançado. A faixa escolhida foi o primeiro single, "Headcrusher" e tem seu enredo ligado ao filme "Running Man" (Arnold Schwarzenegger, de 1987), com uma arena de lutas dentro de um programa televisivo. O vídeo ficou muito bom e a música é simplesmente foda, representando muito bem o disco, que ficou espetacular. Aliás, "Endgame" está disponível na íntegra para audição no Myspace da banda (http://www.myspace.com/megadeth). Dave Mustaine não mentiu quando afirmou por diversas vezes que o disco ficaria matador, sendo o melhor da banda em anos. Eu, pelo menos, tive uma primeira impressão bem melhor do que a que tive com o disco anterior, "United Abominations" - mas que também é muito bom. O Megadeth hoje é: Dave Mustaine (Guitarra/Vocais), James Lomenzo (Baixo), Chris Broderick (Guitarra) e Shawn Drover (Bateria).



domingo, 6 de setembro de 2009

Asphyx "Death... The Brutal Way" (Live)


Vídeo do glorioso Asphyx, após o seu retorno aos palcos, ao vivo no Dynamo Outdoor Festival desse ano. A faixa que dá título ao seu novo album "Death... The Brutal Way" é executada com uma garra incrível e mostra porque Martin Von Drunen (ex-Pestilence e Bolthrower) é um dos melhores vocalistas de Death Metal do mundo. Banda e disco imperdíveis, bem como os antigos "Last One on Earth" (1992) e "The Rack" (1991).

On The Road








Ensiferum "From Afar"


Ao me deparar com a notícia do novo dos Finlandeses do Ensiferum, não pude deixar de me lembrar de um grande amigo que sempre me surpreende com bandas de nome esquisito. Apesar disso, o Ensiferum é uma banda sensacional e o vídeo abaixo é da faixa título do seu novo album "From Afar". O mais legal é que o som dos caras consegue mesclar com maestria - como poucos conseguem com sucesso - elementos diversos como Black, Thrash, Simfonias e Corais, Folk Music e temática Viking, com um resultado semlhente a um Dimmu Borgir mais melódico - apenas para para situar o ouvinte - sendo que a banda tem talento e personalidade.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

"World Painted Blood" Making Of / Photo Sessions on Guitar World


Making of do novo album dos deuses do Thrash, "World Painted Blood". No outro vídeo, making of das fotos de Jeff Hanneman e Kerry King para a revista Guitar World. Em ambos, rola no fundo a nova música "Psychopathy Red", primeiro single do novo album. Como sempre, o Slayer mostra porque é o maior do mundo do Thrash Metal.




quinta-feira, 23 de abril de 2009

Música Nova do Dream Theater Disponível


Clique aqui para ouvir a nova musica do Dream Theater "A Nightmare to Remember", integrante do seu novo album "Black Clouds and Silver Linings". A faixa é, no mínimo, espetacular!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Exumer "Possessed By Fire" (Live)

Som do 1º album de mesmo nome dos alemães do Exumer, executado ao vivo!

Stratovarius "Polaris"

Sai agora em Maio (na Europa) o novo dos Finlandeses do Stratovarius, o primeiro sem o lider e fundador Timo Tolkki, hoje na sua nova banda Revolution Renaissance.


O Stratovarius hoje conta com:
Timo Kotipelto - Vocals
Matias Kupiainen - Guitars
Lauri Porra - Bass
Jörg Michael - Drums
Jens Johansson - Keyboards.

"Polaris" track list:

01. Deep Unknown (Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
02. Falling Star (Lauri Porra/Lauri Porra)
03. King of Nothing (Jens Johansson/Jens Johansson)
04. Blind (Jens Johansson/Jens Johansson)
05. Winter Skies (Jens Johansson/Jens Johansson)
06. Forever is Today (Lauri Porra/Lauri Porra)
07. Higher We Go (Timo Kotipelto, Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
08. Somehow Precious (Timo Kotipelto, Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)
09. Emancipation Suite Part I: Dusk (Lauri Porra/Lauri Porra)
10. Emancipation Suite Part II: Dawn (Lauri Porra/Lauri Porra)
11. When Mountains Fall (Lauri Porra/Lauri Porra)
12. Second Sight (Matias Kupiainen/Timo Kotipelto)

Na Estrada





Hirax "El Rostro de La Muerte"


Os americanos do Hirax estão de album novo: "El Rostro de La Muerte" será o primeiro album completo desde 2004 (quando lançaram o CD "New Age of Terror), isso sem contar o EP "Assassins of War" de 2007. Para ouvir ouvir algumas faixas do CD basta checar o MYspace da banda: http://www.myspace.com/hirax
Como aperitivo, segue a banda ao vivo no Club Satyricon - Portland / OR, em 11/10/2008, mandando a fudida "Bombs of Death".




sexta-feira, 10 de abril de 2009

Na Estrada


Megadeth "99 Ways To Die"

Apesar de mais obscura (é de 93 e só apareceu em uma trilha sonora e numa compilação de lados B), esta música é sensacional e mostra o quanto Megadeth foi muito mais criativo que o Metallica... Enjoy!